Este é um registro do que faço de melhor para deixar à minha neta como celebração da vida.
Janela de dizer bom dia!
Seja bem vindo à nossa janela. Eu e minha neta compartilharemos parte do mundo por aqui.
Um mundo do qual levo meio século de recordações... e um sem número de coisas e pessoas que sequer conhecerei.
Taí uma oportunidade. De um encontro multiplicado.
Quando era criança, olhava o globo que girava no próprio eixo, em cima da escrivaninha do meu avô e pensava... no quanto aquele mundo era bonito e maior do que meus dedos podiam alcançar. Pensava em quantas pessoas falavam línguas diferentes e pensavam semelhantes naquele mesmo momento. Pensava em quantos lugares e pessoas conseguiria conhecer no futuro. Pensava que fazia parte do mundo, que o meu lugar era como qualquer outro lugar e que poderia me deslocar.
Hoje, penso que as crianças deveriam ter um globo no suporte sobre sua mesa, ao alcance de seus dedos. Saber que fazem parte de um mundo lindo, disponível a ser percorrido.
Mais ainda, deveriam saber que sua presença nesse mundo faz par com muitas outras presenças, permitindo movimentos e mudanças, complementando e reinventando a vida uns dos outros.
Penso que as crianças devem saber que seus pensamentos são o mundo verdadeiro, o mundo que inclui outras pessoas e permite o movimento, na direção delas e na direção de si mesmo. Esse mundo, o dos pensamentos temos sempre a nosso alcance, para percorrer e vencer distâncias, compartilhar, apreciar, praticar a arte do encantamento pela vida. Penso em cada um a quem podemos, eu e minha neta dizer: Bom Dia, que bom, que você passou por aqui!
terça-feira, 10 de julho de 2012
Voltando ao que faço de melhor
Em 1987, dei ao mundo o pai de minha neta... esse jovem que me ensina coisas, inclusive a ler textos autoexplicativos de organização de blog.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Segundo dia
Bom dia, segundo dia!
Se não fosse o pai da minha neta, essa postagem não estaria aqui.
Para isso também, se fazem os filhos, para o aprendizado dos pais.
Formatação de blog é algo que comecei a aprender. Antes tarde...
Se alguém que me lê já tentou fazer um blog e o texto auto-explicativo não lhe pareceu tão explicativo assim, considere que esse é um lugar comum, onde diferentes linguagens remetem a diferentes tempos e mapas do pensamento. Um tipo de turismo cultural.
Há sempre um mediador de diferenças perto de você, mais familiarizado ao espaço virtual e a suas formas de expressão.
Como o pai de minha neta. Esse jovem tímido que vai dizer:

Se não fosse o pai da minha neta, essa postagem não estaria aqui.
Para isso também, se fazem os filhos, para o aprendizado dos pais.
Formatação de blog é algo que comecei a aprender. Antes tarde...
Se alguém que me lê já tentou fazer um blog e o texto auto-explicativo não lhe pareceu tão explicativo assim, considere que esse é um lugar comum, onde diferentes linguagens remetem a diferentes tempos e mapas do pensamento. Um tipo de turismo cultural.
Há sempre um mediador de diferenças perto de você, mais familiarizado ao espaço virtual e a suas formas de expressão.
Como o pai de minha neta. Esse jovem tímido que vai dizer:
Por que você postou isso? Para com isso, mãe!
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